VERMINOSES
Parasitas Internos : A maioria dos cães nasce com vernes que lhes são transmitidos através da placenta da mãe ou durante a amamentação. Felizmente estas infecções são fáceis de prevenir. Esteja aento a sinais de fraqueza, diarréia ou vômito, filamentos de sangue, muco ou estruturas semelhantes a sementes de melão nas fezes; comportamento estranho,como esfregar o anus no chão.
As verminoses podem ser facilmente prevenidos por meio de um programa periódico de desverminação.
Em geral é recomendado iniciar já nas primeiras semanas de vida.
Filhotes: Aos 15, 30 e 45 dias;a seguir a cada 30 dias
Adultos: machos e fêmeas. A cada 90 dias, ou seja, quatro vezes ao ano.
- Coccídias e Giárdias : É um protozoário que provoca diarréia aguda e crônica em cães; é uma doença comum, prevenida com medidas sanitárias corretas. Acredita-se que em sua maioria, sejam subclínicas – não apresentam sintomas – especialmente em animais saudáveis, o que dificulta a sua detenção, tratamento e controle.
A transmissão se dá pela ingestão de “cistos' contidos em alimentos e água contaminada. A incidência é maior em animais novos, que ainda não têm o organismo plenamente desenvolvido. Há disponível no mercado a vacina “anti-giardia”que pode “reduzir” infecções em cães e “prevenir”possível transmissão zootécnica.Pode ser aplicada a partir dos 60 dias de vida, e deve ser repetida após 15 a 30 dias.
PREVENÇÃO: 1- Lavar o local com água, sabão e cloro para remover toda a gordura;
2- Aplicar com “borrifador” uma mistura de uma (1) parte de amônia quartenária e cinco (5) partes de água em todas as dependências do canil ( piso, parede, grades, janelas, etc.... )
3 – Refazer a aplicação a cada 15 dias.
- PREPATÊNCIA. Corresponde aquele período em que o cão já esta infestado por vermes, porém esses vermes ainda são jovens e não eliminam ovos. Os exames de fezes são negativos apesar da infestação e os tratamento também não tem sucesso.
PARASITAS EXTERNOS.
- PULGAS . São os parasitas externos mais freguentes nos cães, responsáveis desconforte: coceiras, reações alérgicas e transmissão de vermes.
As pulgas são responsáveis por 70 % das doenças transmitidas ao cão. Estima-se que apenas 5% ficam no animal e os outros 95% ficam espalhados no ambiente em forma de ovos, larvas e casulos.
Para cada pulga existente no animal, há no ambiente dois casulos, sete larvas e dez ovos.
Produtos específicos,aplicados regularmente, controlam as infestações no animal e também no ambiente.
- Carrapatos / Piolhos : Normalmente encontram-se em ambientes abertos, em presença de vegetação e/ou existência de outros animais. O animal deverá ser examinado periódicamente. Em geral cuidados de higiene como banho, tosa e escovação regulares podem prevenir, detectar e controlar esses parasitas. Contudo, em casos raros de infestação devem ser administrado produtos específicos para o combate seletivo.
- Sarna: Doença altamente contagiosa normalmente causada por ácaro.A sarna “demodécica”se manisfesta com coceiras aparecem escoriações e perda de pelos. Pode ocorrer lesões localizadas, em pequenas áreas ou pelo corpo, em lesões generalizadas onde a pele tornar-se avermelhada com exsudação de sangue e soro.
- A sarna “otodécica” se manifesta em otites com secreções escuras, coceira local, irritação, inflamação e formação de crostas.
- A sarna “sarcóptica” se manisfesta em coceira no abdômen, tórax e partes internas das pernas; com escoriações e perda de pêlos.
SEBORRÉIAS: Doença “crônica” da pele, com crescente formação de escamas, engorduramento da pele e pelagem, com coceira e presença de caspas na pelagem do animal.
VACINAÇÃO. A vacinação não se resume simplesmente no ato de aplicar uma vacina e sim no processo de imunização do cão, ode o sucesso está relacionado a vários fatores, como: esquema de vacinação ideal, fatores individuais do animal, manuseio e forma de aplicação e ainda a quantidade e o método de produção da vacina.
A imunidade materna – imunidade passiva natural – é adquirida quando o feto ou o neonato recebem uma imunidade temporária da fêmea. Os anticorpos maternos podem ser transferidos via transplancetária e através da ingestão de colostro.
A grande maioria dos anticorpos maternos – 80 a 95 % - é transmitida através do colostro.
O nível de anticorpos adquiridos é variável até mesmo na mesma ninhada. A influência dos anticorpos maternos sobre a resposta imune do filhote, geralmente é significante até 12 semanas de idade. A idade ideal para o ‘início do programa de vacinação”é variável, pois depende da quantidade de anticorpos recebida da mãe e pelo nível de contaminação do ambiente em que o filhote se encontra.
ESQUEMA DE VACINAÇÃO. Em linhas gerais e recomendável iniciar a vacinação com 45 dias de idade, repetindo as aplicações aos 60 e 90 dias de idade.
Nem todos os animais respondem da mesma forma a vacinação. Ao redor de 5% não produzirá uma resposta imune eficaz; outros 5% produzirão uma excelente resposta e cerca de 90 % produzirá uma resposta satisfatória.
A vacina anti-rabica' é recomendada a partir dos 120 dias de idade.
A vacina para “prevenir a tosse de canis “ normalmente é aplicada nos períodos de inverno intenso.
A vacina contra “leptospirose”pode ser aplicada 180 dias após a última V-8 ou V-10.
IMPORTANTE. Toda e qualquer “Programa de Vacinação” deve ser obrigatoriamente proposto por profissional qualficado.
ATENÇÃO. Na carteira de vacinação do cão ( filhote ) obrigatoriamente, devem estar “coladas” os dois rótulos da vacinação: o primeiro ativo e o diluente.
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